FÓRUM OFICIAL DA PESCA E MERGULHO DO BRASIL

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Mensagem Enviado: Ter Jan 26, 2010 4:37 pm 
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Caros Amigos, a quem possa interessar.

70 milhões de tubarões são mortos todo ano só pra virar sopa de barbatana.
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* A pesca para obtenção das barbatanas de tubarão é uma ação predatória progressiva, constante e silenciosa.
* É insustentável e ameaça a sobrevivência dos tubarões.
* A conscientização dos consumidores pode contribuir para a queda no consumo, na demanda e no comércio.

* Se nada for feito, dezenas de espécies estarão extintas nas próximas décadas.

* Os tubarões exercem um papel crucial na manutenção da saúde e do equilíbrio da vida nos mares.

* Sem esses guardiões dos mares, teremos um ambiente marinho doente e frágil.

* Os decorrentes desequilíbrios nos ecossistemas marinhos serão imprevisíveis e catastróficos.

*43% das espécies de tubarões em nosso litoral já estão ameaçadas de extinção!

O Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA) realizou, com a ajuda de seus voluntários, uma Pesquisa Nacional de Comportamento e Percepção do Consumidor de Cação com o objetivo de levantar a percepção das pessoas sobre o quanto a pesca e o consumo dos tubarões (ou cações), ou partes deles, representam uma ameaça que está levando muitas das nossas espécies à beira da extinção. A pesquisa completa pode ser solicitada em arquivo PDF (242 Kb) através do e-mail instaqua@uol.com.br

Marcelo Szpilman
Diretor
Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA)
Instituto Ecológico Aqualung
Rua do Russel, 300 / 401, Glória, Rio de Janeiro, RJ. 22210-010
Tels: (21) 2558-3428 ou 2558-3429 ou 2556-5030
Fax: (21) 2556-6006 ou 2556-6021
E-mail: instaqua@uol.com.br
Site: http://www.institutoaqualung.com.br

  

Robalo
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Registrado em: Ter Jul 15, 2008 11:14 am
Mensagens: 247
Localização: Santos

Mensagem Enviado: Ter Jan 26, 2010 5:07 pm 
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Cirillo,

Muito boa essa sua informação.

_________________
Cristina Oliveira
Atleta CBPDS nº 9902
Presidente do Clube Santista de Pesca e Lançamento,
VICE CAMPEÃ PAULISTA DE LANÇAMENTO POR CLUBE.


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NABO (A)

Registrado em: Ter Nov 03, 2009 8:24 pm
Mensagens: 5

Mensagem Enviado: Sex Fev 05, 2010 7:57 pm 
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Realmente interessante e desperta nossa curiosidade:

" Os tubarões exercem um papel crucial na manutenção da saúde e do equilíbrio da vida nos mares. * Sem esses guardiões dos mares, teremos um ambiente marinho doente e frágil. "

Mas, isso era se continuassemos a viver no paraiso com a comida caindo do céu.

No passado o extrativismo do homem era insignificante porque além da população humana ser reduzida, os mecanismos de extratismo eram rudimentares e isso não afetava o equilibrio dos mares. Nessa época, se não existissem os tubarões, a reprodução incontrolavel dos espécimens marinhos (que existe até hoje) provocaria uma saturação dos mares por excesso de peixes, etc. e realmente isso seria um fator de desiquilibrio.

Mas, ..... sabe-se que os tubarões comem ou destroem diariamente até algumas vezes seu próprio peso - isso era sua correta função do "equilibrador" natural do meio ambiente marinho nos paradisiacos tempos passados.

Contudo, .... o mundo mudou, os humanos que eram poucos hoje são bilhões e continuam crescendo sem controle - com isso sua busca de alimento voltou-se para o mar e cada vêz mais os estoques marinhos são mais atingidos e proporcionalmente reduzidos.

Essa situação afetou também os tubarões refletiu-se mudando seus habitos alimentares, fazendo-os cada vêz mais aproximarem-se dos nucleos populacionais em busca de alimento e cada vêz mais atacando os humanos... e em lugares onde antes isso nunca ocorreu.

Ex: Nossa Praia da Boa Viagem antes segura hoje já registra mais de 50 ataques de tubarões.

Por outro lado, no momento em que o "regulador" natural, por força das circunstancias, preda os mares cada vêz mais exauridos, concorrendo com o homem, que fazer ?

R: Penso que deixar os japoneses comer suas barbatanas e estimular a pesca do "santinho" porque com sua redução, estaria sendo compensada a crescente demanda de alimento por parte do ser humano e os estoques pesqueiros não seriam duplamente sacrificados, teriam um só predador, porque entre o tubarão e o ser humano, eu pelo menos prefiro meu semelhante.

Isto, na praia da Piedade, no meu Pernambuco não gostaria de ver acontecer mais.

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Eu vivo no mar e na realidade, tenho minha opinião formada e acho que nós homens do mar sabemos muito mais pela prática e pelo que a vida nos ensinou no dia-a-dia.

Respeito o pensamento de todos, o meu é este e não vou mudar. Agora, vou largar de madrugada passar ao largo da Boa Viagem e pegar um bom Cabeça Chata para a muqueca.

Fui.

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Tubarão
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Registrado em: Seg Jan 12, 2009 11:48 pm
Mensagens: 776

Mensagem Enviado: Seg Fev 08, 2010 1:54 am 
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Acho que devemos ter cautela em condenar estes animais. Estes ataques nada mais são do que uma reação do ecossistema a uma invasão que paulatinamente ocorre a cada dia.

Temos de ser sensatos. O radicalismo é nocivoa aos dois lados. É muito bom comer uma posta de cação, mas não há dúvidas que estes animais devem ser preservados.

Acredito que o equilíbrio e bom senso são a chave para quaiquer problemas. Afinal, o número de mortes por pisada de elefantes é muito superior ao de ataque de tubarões... Alguém já pensou em exterminar elefantes?

Pensemos nisso...

_________________
FERNANDO TARANTA ARRUDA
Atleta CBPDS nº 10471
Atleta Campeão Brasileiro
SELEÇÃO ESTADUAL DO RJ 2013


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Administrador
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Registrado em: Sáb Jul 05, 2008 10:14 pm
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Mensagem Enviado: Seg Fev 08, 2010 6:53 am 
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O 3º CULPADO:

Analisando encontramos dois culpados. O primeiro o homem e o segundo o Tubarão.

Mas existe um terceiro culpado nas sombras - sim , aquele que faz o homem bom ficar como "Boi de Piranha" e o Tubarão como "Bicho Papão".

Separando o joio do trigo, encontramos o verdadeiro predador que vem reduzindo os estoques pesqueiros e desequlibrando o meio ambiente provocando tudo.

É um animal irracional que tem por mãe a GANANCIA e por pai o LUCRO, e que todos nós vemos diáriamente por todo lado em nosso Brasil, nas baias, no mar, nos rios e lagos, etc.

Quem é: Ora, é aquele que usa redes com malhas erradas ou em local e metodos impróprios, que usa espinheis, que usa bombas, que usa timbó, que não respeita o defeso, que faz pesca subaquática com equipamento de ar comprimido, que arranca as ovas dos siris para vende-los como machos em vez de devolve-los ao mar, etc. É A AUTORIDADE QUE ASSISTE A TUDO ISSO E NADA FAZ.

Esperemos que em nosso Brasil, agora com o Ministério da Pesca as coisas melhorem e os pescadores amadores-desportivos deixem de ser perseguidos e criticados por quem precisa usá-los para deixar a verdadeira predação continuar, induzindo bobões despreparados a pensar da mesma forma.

É só respeitar o meio ambiente e as coisas se equilibram. Não precisamos de Leis para isso, precisamos de bom senso. .

O BRASIL TEM JEITO.

_________________
Dr. EDUARDO PAIM BRACONY
Presidente da Confederação
Atleta CBPDS 1000


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Mensagem Enviado: Seg Fev 08, 2010 6:41 pm 
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Em parte provocada pela visão deturpada e antiga dos tubarões como feras assassinas, acompanhada muitas vezes por um medo irracional, e a pouca simpatia da opinião pública não tem favorecido em nada as poucas ações e tentativas de esclarecimento e conscientização sobre o problema dos tubarões.

Na verdade, os tubarões são as grandes vítimas impotentes da pesca comercial que vem sendo empreendida há muitas e muitas décadas. Atualmente, a cada ano, de 50 a 100 milhões de tubarões são capturados no mundo todo. Ainda que tenham sobrevivido ao mais devastador cataclisma do planeta, que levou os dinossauros à extinção, os tubarões não estão conseguindo sobreviver à ação predatória do homem, pois nunca enfrentaram tamanha ameaça à sua futura existência, como a que vem ocorrendo nos últimos anos. A exploração descontrolada e gananciosa, representada pela pesca predatória, para obtenção da cartilagem (cápsula de cartilagem) e das barbatanas (sopa de barbatana), e pela sobrepesca, está ultrapassando a capacidade de renovação ou recuperação da fauna marinha.

Infelizmente, o esgotamento dos estoques naturais de muitas espécies de tubarão já é uma realidade bem perceptível. Nas duas últimas décadas, as populações de algumas espécies pescadas em todos os oceanos já foram reduzidas em até 89%, beirando o colapso. Das 88 espécies de tubarões ocorrentes em nosso litoral, 33 estão em uma das três listas de espécies ameaçadas de extinção. Ou seja já são 37,5% de espécies ameaçadas. Isso nos dá a exata dimensão do problema que estamos enfrentando.

Chegou-se ao ponto em que somente medidas rigorosas de proteção poderão salvar essas espécies da extinção. Se nada for feito, algumas espécies poderão ser consideradas ecologicamente extintas antes de terminar a primeira década do novo milênio.

Levantar essa bandeira é imperativo. Porém há uma grande dificuldade a ser enfrentada: convencer o público em geral a dar a merecida importância aos tubarões. É fundamental que as pessoas passem a ter a consciência de que os tubarões exercem um papel crucial na manutenção do ecossistema marinho e no mantimento do equilíbrio da vida nos oceanos. Somente assim, será possível reverter esse triste quadro.

Após o trágico linchamento de um tubarão fêmea (e grávida) da espécie Mangona em abril de 2003 na praia de São Conrado, no Rio de Janeiro, constatamos a existência de um público potencial enorme, preocupado com as questões ambientais e de bem-estar animal, disposto a contribuir ou trabalhar para a preservação da vida marinha.

No entanto, há um longo caminho nesse sentido. Não basta termos breves episódios de consciência, que logo se arrefecem, ao nos depararmos com esporádicas atitudes irracionais visíveis e expostas na mídia. A ameaça à sobrevivência dos tubarões é progressiva, constante e silenciosa. Precisamos de uma atuação séria e dedicada, focada nas ações efetivas de longo prazo.

  

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Registrado em: Sáb Jul 05, 2008 10:14 pm
Mensagens: 1292
Localização: Rio - RJ - BRASIL

Mensagem Enviado: Qua Fev 10, 2010 7:39 am 
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Cirillo,

Muito bom.

_________________
Dr. EDUARDO PAIM BRACONY
Presidente da Confederação
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Mensagem Enviado: Qua Set 21, 2011 4:16 pm 
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Tubarões,

Boa e má notícia. Qual você quer primeiro?

Nessa semana recebi duas notícias relevantes relacionadas aos tubarões, uma boa e uma ruim. Qual você quer primeiro? Comecemos pela boa.

Substância encontrada em tubarão tem potencial antiviral humano (veja links abaixo)

Não é de hoje que a biologia e a medicina estudam e pesquisam na Natureza substâncias biodinâmicas com potencial farmacêutico. Essa notícia mostra, mais uma vez, o quanto a biodiversidade marinha pode ser útil para humanidade ao possibilitar a descoberta de novas substâncias com poder curativo.

A boa notícia diz que, de acordo com o estudo conduzido pelo Centro Médico da Universidade Georgetown, nos Estados Unidos, publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences no dia 19 de setembro, o composto esqualamina, sintetizado, desde 1995, em um processo não envolvendo tecido natural de tubarão, foi testado no tratamento de câncer e distúrbios oculares diversos e, em experimentos realizados, demonstrou atividade antiviral contra vírus que variam de dengue e febre amarela a hepatite B, C e D.

Para acessar a notícia
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/97 ... te-b.shtml
http://ciclovivo.com.br/noticia.php/340 ... es_humanos


Como eu já dizia em meu livro Tubarões no Brasil (2004): “Pesquisas desenvolvidas nos EUA com o cação-bagre (gênero Squalus) têm fornecido pistas interessantes para a medicina. A proteína esqualamina, encontrada no estômago, fígado e vesícula biliar desse tubarão, já demonstrou inibir o crescimento de tumores em cérebros humanos. Descobriu-se também que quase todas as células de seu corpo contêm um poderoso antibiótico. Esse novo composto, uma substância química da mesma família do colesterol, não pertence a nenhuma classe de antibiótico conhecido. Surpreendentemente, ele se mostrou bastante efetivo contra um grande espectro de micróbios, incluindo fungos, bactérias e parasitas. Uma versão sintética desse antibiótico vem sendo testada em uma grande variedade de doenças humanas.”

Ou seja, os tubarões podem vir a salvar nossas vidas, se já não estiverem extintos, é claro. O que nos remete à má notícia (abaixo).


Comprovada a extinção de uma espécie de tubarão no litoral brasileiro

Venho ao longo dos últimos anos alertando que já temos 43% das nossas espécies de tubarão com algum grau de risco de extinção e que nas próximas décadas algumas, infelizmente, estarão extintas. Para minha tristeza e, acredito, para muitos também, no trabalho recém-publicado no jornal Biological Conservation, Osmar Luiz Jr e Edwards Alasdair, que realizam pesquisas sobre a ecologia dos peixes do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, comprovaram a extinção de uma população de tubarões-das-Galápagos no Arquipélago de São Pedro e São Paulo, situado na região Norte do Brasil.

E ninguém melhor para falar sobre o assunto do que o próprio Osmar Luiz Jr. Nesse sentido, pedi a ele que fizesse um resumo do problema. Veja a seguir.

a) Tubarões sempre existiram em grande abundância no Arquipélago de São Pedro e São Paulo, cuja excepcional quantidade foi notavelmente registrada por navegadores e exploradores durante mais de 150 anos, incluindo Charles Darwin durante sua viagem no HMS Beagle. A impressão geral é de que os tubarões ocorriam no Arquipélago em quantidades extraordinárias, segundo relatos de viajantes experientes e acostumados a vida no mar. A espécie de tubarão foi identificada como sendo o Tubarão-das-Galápagos (Carcharhinus galapagensis) em uma das últimas expedições em que esta espécie foi avistada.

O Arquipélago é um ponto de referência histórico nas navegações que cruzavam o Atlântico no passado. Por conta disso, vários exploradores e navegadores possuem relatos em seus diários sobre o local. Uma das coisas que mais chama a atenção nestes relatos é a descrição de quantidades absurdas de tubarões. Estes tubarões foram identificados posteriormente como Carcharhinus galapagensis e como a população principal do Arquipélago. Outras espécies podem ocorrer esporadicamente por lá, como o tubarão-baleia e o tubarão-martelo, mas são só de passagem. População residente mesmo só a de Carcharhinus galapagensis, que não existe mais, e a de Carcharhinus falciformis (Lombo-preto), que era vista no Arquipélago até 1993 e agora também pode ser considerada extinta funcionalmente (não exerce mais sua função ecológica), pois as únicas avistagens são exemplares de mar aberto capturados pelos barcos de pesca.

b) Após o estabelecimento da estação de pesquisa em 1998 pela marinha do Brasil, o monitoramento ambiental no Arquipélago foi iniciado de maneira continuada, porém em mais de 10 anos de visitas, incluindo 13 expedições especialmente realizadas para o levantamento da fauna de peixes do local, nunca mais se viu um Tubarão-das-Galápagos por lá.

c) Análises estatísticas aplicadas à quantidade, e a disposição dos registros históricos associados às observações realizadas na última década, dão suporte à conclusão de que o Tubarão-das-Galápagos foi extinto no Arquipélago. Um fato que certamente deixariam surpresos os navegadores do passado que lá estiveram e viram milhares destes animais ao redor das ilhas. Estas análises também sinalizam que o início do declínio populacional dos tubarões "coincide" com o início da pesca comercial no Arquipélago, provendo um forte indício de que a pesca teve um papel fundamental neste processo.

d) Duas conclusões principais emergem deste estudo: 1. Em menos de quatro décadas, a pesca comercial no Arquipélago de São Pedro e São Paulo conseguiu levar à extinção uma espécie que era extremamente abundante durante quase dois séculos. Esse fato vem sendo deliberadamente ignorado por quem defende a pesca no Arquipélago como sustentável. 2. Este estudo demonstra a importância de se incorporar registros históricos em avaliações de impactos humanos em ambientes marinhos. Se todo o nosso conhecimento sobre a fauna do Arquipélago de São Pedro e São Paulo fosse baseada apenas nas pesquisas iniciadas após o estabelecimento da estação científica, estaríamos correndo o risco de concluir que estes tubarões nunca teriam existido no local. Este foi o primeiro estudo a utilizar esta análise, chamada de "ecologia histórica", aplicada a conservação marinha no Brasil. Muito mais ainda precisa ser feito.


Eu diria ainda que o estudo serve para confirmar cientificamente aquilo que o Projeto Tubarões no Brasil vem alardeando: a sobrepesca e a pesca predatória dos tubarões, incluindo o finning, estão acabando com as populações tubarões ao redor do Planeta. Os tubarões exercem um papel crucial na manutenção da saúde e do equilíbrio da vida nos mares. Sem esses guardiões dos oceanos, teremos um ambiente doente e frágil e os decorrentes desequilíbrios nos ecossistemas marinhos serão imprevisíveis e catastróficos para a humanidade.
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*Marcelo Szpilman, Biólogo Marinho formado pela UFRJ, com Pós-Graduação Executiva em Meio Ambiente (MBE) pela COPPE/UFRJ, é autor dos livros GUIA AQUALUNG DE PEIXES, AQUALUNG GUIDE TO FISHES, SERES MARINHOS PERIGOSOS, PEIXES MARINHOS DO BRASIL, e TUBARÕES NO BRASIL, e de várias matérias e artigos sobre a natureza, ecologia, evolução e fauna marinha publicados nos últimos anos em diversas revistas e jornais e no Informativo do Instituto. Diretor do Instituto Ecológico Aqualung, Editor e Redator do Informativo do citado Instituto, diretor do Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA) e membro da Comissão Científica Nacional (COCIEN) da Confederação Brasileira de Pesca e Desportos Subaquáticos (CBPDS).

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Tubarão
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Registrado em: Seg Jul 07, 2008 8:11 pm
Mensagens: 634

Mensagem Enviado: Qui Jul 05, 2012 11:43 am 
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Amigos,

Recebi hoje este link sobre tubarão branco e por achar interessante posto aqui:

http://novosinsolitos.blogspot.com.br/2 ... l?spref=fb

NHAC - NHAC - NHAC

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STELIO GALVÃO
Diretor e Porta-vóz do CPOT
Atleta Senior CBPDS nº 2553
Vice-Campeão Estadual de Seniors 2011

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